Central Geral dos Trabalhadores do Brasil
Dom. 05 de setembro de 2010
 
 
 

 

SÃO PAULO PODERÁ REDUZIR ICMS PARA CADEIA DO VESTUÁRIO E TEXTIL  

Dia 3 de fevereiro em São Paulo  na sede da  Fiesp  aconteceu   a reunião   entre sindicatos  de trabalhadores,  patronais da cadeia têxtil e vestuário e  deputados  estaduais para a solenidade de entrega do documento  que  pede a redução do ICMS para a cadeia têxtil e vestuário  de 12 para 7%. Presidiu a reunião Paulo Skaf, presidente da Fiesp.

Compareceram os deputados estaduais Davi Zaia, Antonio Mentor  e Chico Sardelli, que justificou a ausência do presidente da Assembléia Barros Munhoz por motivos de tratamento de saúde.Chico Sardelli entregou ao secretário Mauro Ricardo  uma moção da Frente Parlamentar em Defesa do Setor Textil  e de Confecções, assinada  pelo deputado Barros Munhoz e  mais nove deputados estaduais , na qual  apoiam  as reivindicações  da cadeia textil e de vestuário   contidas no documento  entregue ao  secretário. Pelos empresários compareceram Fernando  Pimentel, presidente da Abit, Ronald Moris Masijah, Presidente do Sindivest, Heitor Filho, presidente do Sindiroupas e  Rafael Cervone , presidente do Sindtextil. Pela CGTB  compaceram Alvaro Egea, 1º secretário, José Laurindo Portela , Presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Vestuário de São José dos Campos e do Secretariado Vestuário da CGTB e Rubens de Souza, assessor.  Mauro Ricardo , Secretário da Fazenda do Estado de São Paulo, antes de receber o documento   declarou :

 "... que esse documento representa a união de esforços de empresários , trabalhadores,   deputados estaduais e do governo do estado..." "...Vejo com bons olhos  esse pleito  da cadeia têxtil e do vestuário de redução do ICMS de 12 para 7% , mas a decisão final será do governador  Serra.  São boas as perspectivas dessa redução, desde que atendidas  algumas exigências, como por exemplo  a manutenção dos empregos,  da arrecadação de ICMS e   um compromisso  das empresas  de baixar os preços   dos produtos do vestuário no  varejo..." O secretário Mauro Ricardo recordou que  no passado  o governo  do estado  já reduziu  a alíquota do ICMS de 18 para 12%, que manteve a arrecadação de ICMS. Paulo Skaf, presidente da Fiesp,   declarou que ,   havendo a redução do ICMS, os  empresários devem ser comprometer  com a redução do preço das mercadorias  no varejo. Alvaro Egea,  representando os sindicatos de trabalhadores do vestuário filiados à CGTB , declarou que o documento entregue ao secretário  foi fruto do trabalho   de parceria  entre  os trabalhadores e  empresários do setor  vestuário e têxtil, que  dia 18 de junho de 2009  foram ao presidente da Assembléia Legislativa  Deputado Barros Munhoz  pedir ao apoio para a campanha de redução do ICMS de 12 para 7% para viabilizar  a  permanência das empresas  da cadeia têxtil e vestuário no estado. 

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O presidente da Assembléia  deu apoio à campanha, em seguida  as lideranças sindicais  dos patrões e dos trabalhadores,  em 13 de outubro, foram recebidas pelo colégio de lideres  da Assembléia, o movimento cresceu    incorporando   todos os sindicatos da cadeia têxtil , a ABITe a Fiesp,  vários deputados estaduais, em especial o Deputado Davi Zaia, que juntos  produziram o documento  que foi entregue   ao Senhor secretário,  pedindo a redução do ICMS para manter no estado essas empresas que sofrem concorrência desleal com  o ICMS mais baixo de outros estados, viabilizando os empregos no estado , sobretudo para  a mão  de obra feminina,  predominante   no setor de confecção.

 

Fonte: Secretaria do Vestuário da CGTB

 

 
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