Em apenas cinco meses, o Brasil já conseguiu gerar mais da metade (1.260.368) da meta de empregos para o ano inteiro. O número surpreendente foi anunciado ontem pelo ministro do Trabalho Carlos Lupi.
Em maio, segundo Lupi, 298.041 brasileiros entraram para o mercado formal de trabalho em novos empregos com carteira assinada, número recorde para o período. As informações constam no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego.
Assim, o número de trabalhadores brasileiros com carteira assinada chega a 34.261.387, marca jamais alcançada. “Chegamos a 13.013.131 empregos gerados durante o Governo Lula. E o Brasil continuará crescendo e batendo recorde de empregos. Este ano temos dois fatores sazonais importantes para o crescimento do setor de Serviços, que são a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Em junho podemos chegar a 320 mil empregos, superando o recorde histórico para todos os meses, que é de 309 mil. E no segundo semestre os resultados continuarão positivos, beirando sempre os recordes de cada mês e fechando o ano com PIB em cerca de 7,5%”, analisa Lupi.
Em maio, todos os 25 subsetores de atividade econômica expandiram o nível de emprego, com 14 deles revelando saldos recordes. Entre os setores, os destaques em números absolutos ficam com Serviços (86.104), Agricultura (62.247), Indústria de Transformação (62.220), Comércio (43.465) e Construção Civil (39.082).
“O Brasil não é só a indústria, que até vem crescendo bem e está com 82% da capacidade estabelecida, e pode crescer mais. Serviços, Comércio e Construção Civil foram os setores que mais cresceram nos últimos tempos. Em junho, julho e agosto haverá crescimento no setor agropecuário no Centro Oeste e em São Paulo; a Construção Civil cresce há 7 meses seguidos; e o varejo cresce, o que aponta crescimento no Comércio e em serviços”.
Em termos geográficos, houve expansão do emprego em todas as regiões, com saldos recordes no Nordeste (45.827), Sul (34.080) e Norte (11.959), e os segundos melhores saldos no Sudeste (189.501) e Centro-Oeste (16.674). Entre as Unidades da Federação, 25 obtiveram expansão do nível de emprego, com 11 registrando saldos recordes, cinco das quais da região Nordeste. No conjunto das nove Áreas Metropolitanas consideradas, foram criados 100.071 novos postos, recorde decorrente da geração inédita em oito delas. No interior destas regiões foram registrados 147.806 postos.
“Chegaremos ao fim do governo Lula com 15 milhões de novos empregos gerados, entre celetistas e estatutários civis e militares. E o Brasil será campeão da Copa do Mundo”, prevê o ministro Carlos Lupi, sempre otimista.
Fonte: MTE


