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Destravar o decreto foi uma aposta no setor vestuário/têxtil para gerar mais emprego e renda, diz Álvaro Egea
“A nossa união garantiu mais uma vitoria”.
Este era o pensamento unânime dos trabalhadores, empresários e deputados ligados a cadeia do Vestuário e Têxteis que participaram na manhã de hoje, (01/07), da reunião com o secretário da Fazenda de São Paulo, Mauro Ricardo Machado Costa.
A reunião que ocorreu no gabinete do secretário foi para tratar de eliminar os dois principais entraves que estavam do decreto de redução do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços): o aproveitamento dos créditos não utilizados por seis meses subseqüentes à movimentação comercial e a flexibilização para esse mesmo uso pelas empresas que estejam inadimplentes em 30 dias com o Estado.
“Nós não temos dúvida que a redução e a retirada dos entraves que estavam barrando a eficaz aplicação do decreto foi fruto da mobilização do sindicato dos trabalhadores na indústria do vestuário e das ações da CGTB, o processo todo foi liderado pelos companheiros Antonio Neto, presidente da nossa central e pelo Álvaro Egea, presidente do Sindicato dos Vestuários de Guarulhos”, revela o sindicalista José Laurindo Portela, presidente do Sindicato do Vestuário de São José dos Campos.
Outro que comemorou o final feliz da reunião foi o deputado Davi Zaia, “a redução do ICMS que garantirá a manutenção de muitos empregos”, falou o parlamentar.
Geração de empregos e melhores salários
O presidente do Sindivest (Sindicato do Vestuário Feminino e Infanto Juvenil de São Paulo) e diretor da FIESP, Ronald Moris Masijah, destacou a importância de "defender a competitividade em função da concorrência acirrada e da conseqüente migração de empresas para outros estados que oferecem ICMS reduzido, além do comércio predatório dos importados". E complementou: "Mais investimento significa mais emprego, mais produção. A medida fará muito bem à economia paulista.”, destacou o empresário.
Para Alvaro Egea, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Confecção e Vestuários de Guarulhos, acredita que com o destrave e a aplicação do decreto que reduz a alíquota do ICMS de 12% para 7% o mercado do setor será mais competitivo e teremos a geração de empregos, melhores salários e ampliação dos investimentos na indústria
O presidente do Sindivestuário, Ronald Masijah, aposta que com a publicação das medidas que destrava o decreto, “daremos um passo extremamente importante para se manter empresas e empregos em São Paulo", finalizou.
Estiveram presentes na reunião sindicalistas, empresários e também os seguintes deputados que compõem a Frente Parlamentar pela Defesa do Setor Têxtil e do Vestuário: Barros Munhoz, presidente da Assembléia Legislativa; Chico Sardeli e Davi Zaia.
Informações:
Alvaro Egea
Presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Confecção e Vestuários de Guarulhos –
Rubens de Souza
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